MODERNIZAÇÃO PROGRESSIVA EM 4 ETAPAS
O conceito a modernização progressiva baseia-se em quatro grandes etapas, a efetuar após a realização de um levantamento minucioso das condições técnicas e de conservação do respetivo equipamento.

1ª Etapa: Manobra

Esta primeira etapa compreende a substituição dos seguintes componentes:

1. Quadro de manobra por outro com novas características e performances, controladas por microprocessador, de acordo com as normas em vigor;
2. Botoneira de cabina, botoneiras de chamada de patamar, interruptores e sensores de controlo de movimento do ascensor, toda a cablagem elétrica do equipamento, e ainda a aplicação de:
- Pesa Cargas - Sistema de controlo da carga na cabina;
- Indicadores eletrónicos de posição da cabina, nas botoneiras da cabina e  do piso principal;
- Célula ou barreira fotoelétrica - Componente eletrónico para proteção das pessoas nos acessos à cabina com portas de abertura e fecho automático. Aplicação opcional nos ascensores sem porta de cabina;
- Comunicação bidirecional - Sistema instalado na cabina para comunicação telefónica entre a cabina e os serviços técnicos da Elevart, em caso de avaria do equipamento. Aplicação opcional nos elevadores não instalados de acordo com as normas EN81.1 ou 2;
- Comando de bombeiros (Opcional);
- Serviço de incêndios (Opcional);
- Inibição de acesso a determinados pisos (Opcional);

 

2ª Etapa: Cabina

Os novos modelos de cabinas fazem com que alguns dos modelos que se encontram em funcionamento pareçam relíquias do passado.

A modernização da cabina baseia-se essencialmente nos critérios estético ao nível dos seus componentes, nomeadamente:
- Painéis;                
- Pavimento;
- Iluminação;         
- Botoneira da Cabina;
- Elementos decorativos nomeadamente, rodapés, ombreiras, frisos, espelhos, etc.
Porém cada caso merece uma atenção e um estudo adequado à sua particularidade.
3ª Etapa: Máquina e Limitador de Velocidade

Máquina
A evolução tecnológica das máquinas, determinou o fim do funcionamento desconfortável do ascensor com uma velocidade. Mesmo as que dispõem de duas velocidades, também têm os dias contados.
A máquina é um elemento essencial para o bom funcionamento do ascensor, visando o conforto e a segurança.
A sua constituição robusta, torna estes equipamentos mais resistentes à passagem do tempo. Contudo, após uma rigorosa inspeção é determinada a necessidade da sua substituição, reparação ou manutenção.
As novas máquinas são mais confortáveis, mais silenciosas, mais económicas e mais ecológicas. Associadas a um Variador de Velocidade por Variação de Frequência, o conforto a seguir à segurança passa a ser um objetivos indispensável na utilização do ascensor. Para além disso, este sistema reduz significativamente, o consumo de energia. É também um produto ecológico visto que não necessita de óleos lubrificantes.

Limitador de Velocidade
É um orgão indispensável na segurança do ascensor, por isso é objeto de uma particular atenção durante a sua manutenção e inspeção.
Deve ser substituído logo que se detete que não garante as condições de segurança necessárias de acordo com as características do respetivo fabricante.

 

4ª Etapa: Portas

O acesso ao ascensor com portas de abertura e fecho automático, garante não só a segurança bem como elevado conforto aos seus utilizadores.
O operador de portas da cabina é um componente importante no funcionamento das mesmas. É constituído por um motor e respetivo sistema de manobra, também ele dotado de VVVF (variador de velocidade por variação de frequência).
As folhas são fabricadas em chapa de aço pintadas, em aço inox ou vidro. São dotadas de uma célula ou barreira fotoelétrica que têm como função principal, impedir a ocorrência de danos físicos nos utilizadores durante a operação de fecho das portas.

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